O líder de governo de São Caetano do Sul, Gilberto Costa (Avante), protocolou uma indicação na quinta-feira, 09 de fevereiro, sugerindo a adoção de medidas de auxilio a mulheres que se sintam em situação de risco. A demanda vale para bares, restaurantes, casas noturnas e de eventos.
“Devemos entender o assédio sexual como uma investida não aceitável e não solicitada, ofertas de favores sexuais, busca de contatos físicos ou verbais que estão envolvidos em uma atmosfera hostil e ofensiva. O assédio é uma forma de violência contra qualquer pessoa e considerado um tratamento discriminatório”, afirmou.
Ainda nas palavras do parlamentar, estatísticas apontam que 70% das mulheres deixaram de frequentar esses lugares em razão do assédio sofrido e da falta de segurança. “Isso, entre vários outros motivos, é o que me motiva a querer que São Caetano do Sul conte com uma lei que proteja a mulher em nossa cidade, como o projeto semelhante já aprovado em São Paulo”, finaliza.