
O CIESP São Bernardo do Campo reativou oficialmente o NJE – Núcleo de Jovens Empreendedores, iniciativa voltada à aproximação de jovens empresários, sucessores, gestores e lideranças em formação junto ao ambiente institucional da indústria.
O núcleo nasce com o objetivo de criar um espaço permanente de troca, aprendizado e participação ativa das novas gerações ligadas ao setor produtivo. A proposta é estimular o envolvimento dos jovens nas discussões estratégicas da entidade, fortalecendo a sucessão empresarial, a renovação de lideranças e a construção de uma agenda conectada aos desafios atuais das empresas.
Na primeira reunião do grupo, um dos temas apontados como prioridade foi o uso da inteligência artificial como ferramenta para liderança, gestão e sucessão. A partir dessa demanda, o Ciesp SBC contará com o apoio da LGK Gestão e Governança, ligada à Fundação Dom Cabral, para promover um bate-papo com especialistas sobre como a IA pode apoiar a tomada de decisão, a produtividade, a governança e o desenvolvimento de novas lideranças nas empresas.
Para o diretor titular do Ciesp SBC, Mauro Miaguti, a retomada do NJE representa um passo importante para aproximar a nova geração do setor industrial e ampliar sua participação nas pautas que definirão o futuro das empresas da região. “Existe um grande desafio de engajamento dos jovens nas entidades e nas próprias empresas. Esse será um dos principais papéis do NJE: criar um ambiente em que essas lideranças possam participar, propor, aprender e contribuir. Contamos com a coordenação do Jonatas Ferreira e com os primeiros integrantes do grupo, como Victor Silveira e o Antony Tuha Friolani, que já iniciam suas atividades trazendo temas relevantes, como inteligência artificial, liderança, gestão e sucessão empresarial”, afirma Miaguti.
Para Jonatas Ferreira, consultor da Goellner Ferreira e coordenador do NJE, o principal desafio do núcleo é transformar o interesse dos jovens empresários em participação efetiva. “Vamos criar um ambiente de troca, aprendizado e ação prática para fortalecer a indústria da nossa região”, destaca.
Além dos integrantes do NJE, participaram da primeira reunião Mauro Miaguti; Nelson Antonini e Jorge Corso, vice-diretores do Ciesp SBC; Vitor Seravalli, diretor de ESG; que compartilharam suas experiências com o associativismo empresarial e relataram como a participação no Ciesp contribuiu para suas trajetórias profissionais e para o fortalecimento das empresas que representam.
Adriana Franco que coordenará o Núcleo de Mulheres do Ciesp SBC e Andreia Suzuki Yashiki da equipe da entidade também participaram da reunião.
Os novos participantes também destacaram a importância de conhecer, na prática, a atuação do Ciesp SBC.
Antony Tuha Friolani, gerente industrial da Metalúrgica Dulong comentou que conversar com Nelson Antonini sobre a entidade permitiu compreender melhor os resultados concretos do associativismo, como as ações realizadas no bairro Cooperativa, em São Bernardo do Campo. Entre os exemplos citados estão a aproximação com a Enel, as discussões sobre o fornecimento de energia elétrica, as melhorias no trânsito local e o acompanhamento de demandas junto à concessionária e ao poder público. Tudo isso o motivou a fazer parte da entidade.
Victor Silveira, CEO da Pense Digital, também ressaltou que, por meio do Ciesp SBC, percebeu a possibilidade de acesso a empresários experientes, nos quais busca inspiração para sua própria trajetória. Ao mesmo tempo, destacou a oportunidade de contribuir com seus conhecimentos para o aprimoramento da entidade e para o fortalecimento da participação jovem no setor industrial.
A criação do NJE se conecta ao movimento mais amplo do Ciesp SBC de fortalecer a competitividade industrial de São Bernardo do Campo e do ABC, estimulando inovação, qualificação, empreendedorismo e integração entre empresas, instituições de ensino, entidades e poder público.
Segundo a entidade, atrair e engajar jovens lideranças é uma condição estratégica para garantir a continuidade das empresas familiares, a modernização da gestão e a capacidade da indústria regional de responder às transformações tecnológicas em curso.




















