
A Operação Carro Abandonado, realizada pela Prefeitura de Santo André por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana, encerrou 2025 com a retirada de 1.034 veículos abandonados das ruas e avenidas da cidade. A iniciativa tem como objetivo garantir mais segurança no trânsito, melhorar o ordenamento urbano e prevenir riscos à saúde pública.
Do total de 1.034 notificações expedidas pelo Departamento de Engenharia de Tráfego (DET) ao longo do ano passado, 964 proprietários atenderam à notificação e providenciaram a retirada voluntária dos veículos. Outros 70 automóveis, cujos responsáveis não respeitaram o prazo estabelecido, foram removidos ao pátio municipal.
“O abandono de veículos em vias públicas gera impactos diretos na segurança, na mobilidade e também na saúde da população. Essa operação é fundamental para manter a cidade mais organizada, limpa e segura para todos. Os números mostram que a maioria dos proprietários tem colaborado, o que reforça a importância do diálogo aliado à fiscalização”, destaca o prefeito Gilvan Ferreira.
A caracterização de veículo abandonado ocorre a partir de sinais aparentes de má conservação, como ferrugem, pneus murchos, sujeira acumulada, vidros quebrados, presença de mato ou até ausência de placas. Após denúncia registrada no DET, os agentes realizam vistoria no local e, nos casos de veículos com placa, é afixada uma notificação no automóvel. Caso nenhuma providência seja tomada em até cinco dias, o veículo pode ser removido por guincho.
Veículos sem placa são considerados sucatas e podem ser removidos sem aviso prévio, em até dez dias. Para reaver o automóvel, o proprietário deve regularizar todas as pendências junto ao Detran como multas, licenciamento e IPVA, além de apresentar ofício de liberação.
A remoção de veículos abandonados é amparada por decreto municipal. Qualquer cidadão pode colaborar denunciando situações de abandono por meio do aplicativo Colab ou diretamente na Praça de Atendimento da Prefeitura de Santo André.
“Nosso trabalho começa com a orientação e a notificação. A remoção ao pátio é sempre a última medida, adotada apenas quando o proprietário não cumpre o prazo estipulado pelas autoridades públicas do município”, finaliza o secretário de Mobilidade Urbana, Almir Cicote.


















